Se está divertido, está certo

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Essa é uma frase muito usada no acroyoga, onde a diversão é um dos princípios fundamentais da prática.

Já observou uma criança brincando? Ela pula, corre, grita, rola no chão, dá gargalhada, explora espaços, objetos e movimentos sem medo de errar ou de não conseguir fazer. Fica completamente imersa no presente, age com curiosidade e espontaneidade, deixa a imaginação fluir e não se preocupa com performance ou julgamento.

Na idade adulta, vamos criando couraças e perdendo essa leveza do brincar, tornando-nos mais rígidxs e priosineirxs de nossas rotinas, obrigações e expectativas. Quantas vezes você se culpou por fazer algo apenas em nome da diversão, como se isso fosse algo errado?

Não precisamos nos levar tão a sério. O brincar faz parte da essência humana e de muitos animais. A neurociência já comprovou que a gente assimila melhor novos conhecimentos ou informações quando a atmosfera é divertida e desperta a curiosidade de forma natural. 🙂

Através do movimento lúdico, nos (re)conectamos com nossa criança interior, e desenvolvemos uma inteligência não apenas corporal, mas também mental e emocional para criar coisas novas e para nos adaptar, com verdade e simplicidade, aos diferentes estímulos e situações da vida.

“Nós não paramos de brincar porque envelhecemos; nós envelhecemos porque paramos de brincar.” – George Bernard Shaw

Vem brincar com a gente?

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